
Açai, a bebida do Pará (resumo)
Quem vai ao Pará
Parou . . .
Bebeu açai,
Ficou.
Fruto da palmeira Futerpe oleracea.
Setembro de 1848 - Alfred Russel Wallace: "... bebida muito apreciada pelo povo, é que é, de fato, muito boa, quando a ela nos acostumamos. . . . e sua popla, muito delgada e pouco perceptivel. é que é aproveitada. . . . que se come com açucar e farinha. Com seu uso torna-se muito agradavel ao paladar. . . . vendida nas ruas, durante o ano todo.
Robert Avé-Lallemant - junho de 1859: "Açai! Açai-i-si! ...encontra numa panela um molho cor de vinho, um caldo de ameixas. . . . Este molho cor de vinho é na margem do rio Pará exatamente o mesmo que o mate no Rio Grande do Sul e nas republicas espanholas, o café fraco para as mulheres do Norte e o chá para as damas histéricas. . . . o principal alimento do povo.
Pesquisando "o folclore bairrista" Joao Ribeiro exumou ua literatua adversa às excelências do açai são, salientando-se Verbrugghe, francês dispéptico. "As virtudes do açai são, entretanto, muito problematicas. É uma bebida detestavel, só usada da plebe e que apenas se encontra nas mercearias e tendas menos frequentadas da cidade, nos botequins baratos.
Fonte:
Livro: Antologia da alimentação no Brasil - Luis da Camara Cascudo (organizado por), Livros Tecnicos e cientificos 1977 (Raizes do Brasil) - acervo: emprestimo Biblioteca Pública do Parana - janeiro 2009
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