segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Legumes e hortaliças - dicas e diferenças

Ontem exagerei na dose quanto a cervejinha - hoje pela manha estava eu preocupado com meu mal estar, com a escola da meninas e minha alimentação - para melhorar tudo isto fui visualizar as indicações da minha nutrologa que estão penduradas na minha geladeira:
1. comer legumes cozidos no minimo 1x por dia;
2. comer verduras cruas no minimo 2x por dia;
E aproveitando que estava buscando uma foto de espinafre para uma postagem anterior acabei localizando este site que explica a diferença entre hortaliças e verduras, além de listar algumas (A a Z) e auxilia também a utilizarmos uma infinidade de especies no nosso dii a dia. Vejam um trecho e o endereço:
O QUE SÃO HORTALIÇAS?

São assim genericamente denominadas as verduras, os tubérculos, as raízes e as leguminosas, isto é, aqueles que são cultivados em hortas.


QUAL É A SUA IMPORTÂNCIA NA ALIMENTAÇÃO?
Devido à composição variada de cada grupo, contendo proteínas, aminoácidos, ácidos graxos, gordura, carboidratos, vitaminas, sais minerais e água, enfim, tudo que o nosso organismo precisa para viver bem, daí o grande número de pessoas que, através do tempo, tem se alimentado, exclusivamente de vegetais – são os chamados vegetarianos, como já vimos anteriormente.


QUAL A DIFERENÇA ENTRE VERDURAS E LEGUMES?
VERDURAS : São as hortaliças verdes, folhudas;
LEGUMES : São as demais: cenoura, rabanete, nabo, cebola, etc.

http://www.posto7.com.br/hortalicas.htm

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Mercados e feiras - parte I




Ontem (03/02/10) almocei com minhas duas filhas (11 e 13 anos) no Jacobina aqui em Curitiba - coisa de 10 a 12 mi reis por pessoa + 10%. Nada barato, não - só impressão! Mas sempre que saimos acabamos lembrando da opção Mercado Municipal - elas adoram o filé a parmegiana do mister Dea. Elas não gostam muito, mas eu adoro dar umas voltas pelo mercado para curtir os diversos cheiros e personagens do local e dando um olhadinha agora a noite no site rainhas do lar - e ja cansado de separar papel velho para minha biblioteca de recorte de jornal, resolvi postar alguma coisa sobre feiras e mercados públicos - veja as materias selecionadas:

Peixes / frutos do mar:

- Paraná (estive no final de ano com o Tantinho da Mangueira no mercado de Matinhos) :


- Pará - Mercado Ver o Peso em Belém:
Amazonas - Mercado de peixe de Manaus

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cachaça - algumas breves considerações

Sem querer ou poder me aprofundar, ja que temos blogs de altissimo nivel que tratam exclusivamente do assunto e como reles apreciador iniciante faço um resumo de uma impressão de diversas páginas, que estão se desmanchando sob a chuva intensa de dezembro e neste janeiro/2010 - que da minha negligencia numa mudança, a verdade é que vou acabar perdendo muito papel guardado que seria a biblioteca do Cimples Ócio de culinária. Por conta disto tento resumir o de mais interessante, pois creio que estas folhas não tem mais salvação - estão quase esfarelando e pode ser util para alguem no futuro.

- Caipirinha: tradicional drinque brasileiro produzido com cachaça, açucar, gelo e limão.
- cachaça, pinga ou cânha (RS) é o nome dado à aguardente de cana, uma bebida alcoólica tipicamente brasileira.
- Historia:
- Europa par Oriente Média, leia-se expansão do Imperio Romano. São os arabes que descobrem os equipamentos para destilação.
- al raga origina a mais popular aguardente da peninsula arabica: arak (mistura de licores de anis e degustada com agua);
com as tecnologias de produção temos:
- na Italia: grappa (uva)
- terras germanicas: kirsch (cereja)
- antiga Tchecoslováquia: slevovice (especie de ameixa)
- Escócia: whisky (destilado da cevada sacarificada)
- na Russia: vodka (centeio)
- China e Japão: sake (fermentação do arroz) - na verdade um vinho.
- Portugal: bagaceira (bagaço da uva)

- a partir de 1530 chega ao Novo Mundo pelos primeiros donatarios portuguedes.
- o site Wikipedia traz toda sequencia no Brasil, alem de outros sites e blogs.
- a cachaça no século XVI e ate metade do sec. XVII, vira moeda corrente na compra de escravos na Africa.
- Cachaça e impostos - a história começa em 1635 com a Corte Portuguesa incomodada.
- o processo de fermentação é sem dúvida o mais importante para a qualidade do produto final.
- Também no Wikipedia a uma consideravel relaçao da cachaças produzidas no Brasil, segue algumas que lembro de momento ter experimentado:
- 100 limite - MG/Careaçu - 43,0%
- armazen Vieira - SC/Floripa - 40,0%
- Artista - MG/Salinas - 46,0%
- Bozinha - MG/Salinas - 42,0%
- Chico Mineiro - MG/Paineiras - 44,0%
- Claudionor - MG/Januaria - 54,0%
- Cristalina - MG/Buenopolis - 44,0%
- Espirito de Minas - MG/Salinas - ?
- Lua Cheia - MG/Salinas - 45,0%

- a historia é longa ...

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Espinafre, gravidez e saude!

Hoje comprei uma maço de espinafre na quitanda da Sandra. Não lembrava como preparar - na verdade creio que nunca preparei. Minha mãe, Dona Palmira fazia e nunca tive curiosidade como prepara-la. Esta postado pelas diversas propriedades que possue e indicações para nossa saúde, além de há muito tempo ter sido abrasileirada. Roubado do site: http://www.nutricaoempauta.com.br/

Espinafre
O espinafre é um vegetal com folhas verdes escuras geralmente cozido antes de ser ingerido. Também pode ser consumido cru e usado em saladas. Disponível o ano todo pode ser utilizado em todas as estações. O espinafre servido com manteiga fresca é um acompanhamento clássico para carne de vitela e aves. Na Idade Média o espinafre era tão popular na Europa que em épocas de escassez se utilizava as folhas de beterraba e de nabo como substitutos. "A' la Florentine" é um termo francês que significa "no estilo de Florença, Itália". Este termo pode ser usado para descrever muitos pratos que utilizam espinafre como o ingrediente principal. "Alla Fiorentina" surgiu na Itália por causa do desejo que uma mulher tinha de consumir espinafre. Nascida na Itália, Catherine de Medici, que deixou Florença para casar-se com um Rei francês, tinha dois amores. O fetiche de Catherine pelo espinafre a levou a ingeri-lo em todas as suas refeições. Os chefes de cozinha do rei foram obrigados a desenvolver inesgotáveis formas para apresentar este prato, e assim nasceu "A´ La Florentine".Originado no Oriente Médio, os espanhóis desenvolveram a colheita do espinafre durante o século VIII e provavelmente o trouxeram para o resto do mundo. Durante o século XVII, o espinafre demonstrou sua popularidade sendo cozido com açúcar e usado em sobremesas. Hoje, muitas pessoas se interessam pelo espinafre devido aos seus benefícios para a saúde.Para preparar o espinafre, remova os talos com uma faca e lave com bastante água, descartando as folhas amarelas ou murchas. Coloque as folhas em uma panela com água fervente e cozinhe por aproximadamente 8 minutos. Esprema as folhas com as mãos e deixe escorrer em uma peneira grande ou coador. Os vegetais verdes escuros como o espinafre são ricos em nutrientes como ácido fólico, ß-caroteno, potássio, vitaminas A e C, folato, magnésio, cálcio, ferro, outros carotenóides, e fibras dietéticas.Estudos recentes tem demonstrado que vegetais com folhas verdes escuras como o espinafre podem reduzir significativamente o risco de doenças do coração, infarto e certos tipos de câncer. Rico em cálcio e magnésio, o espinafre pode também ser benéfico para aqueles que sofrem de osteoporose. Fonte também de ácido folico e magnésio, o espinafre é extremamente bom para o sistema imunológico. O espinafre também é um alimento indicado para as mulheres que pretendem engravidar, antes e durante a gestação, pois o ácido fólico é importante na formação do tubo neural, tendo sido demonstrado que reduz as chances de um bebê nascer com espinha bífida e outros defeitos do tubo neural.Autor
Chef Patrick Martin

Vice-Presidente de Desenvolvimento Educacional em Culinária, é o Embaixador Internacional do Instituto "Le Cordon Bleu". Com mais de 25 anos de experiência trabalhou no Le Doyen, Dalloyau e Flo Prestige na França. Ganhador de vários prêmios internacionais, supervisionou o desenvolvimento técnico e a abertura da escola de Tókio e ajudou a estabelecer o nível profissional das escolas da França, Londres e Tókio.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Culinária da Bahia - Santa Amaro

Esta relação estava na cozinha do Cimples Ocio e servia como consulta para a reunião semanal dos umbigueiros - turma que reune-se para conhecer melhor nossas comidas populares. São os pratos da cidade de Santo Amaro na Bahia - terra de samba.
- não anotei a fonte, mas deve ser de um site da prefeitua de Santa Amaro da Bahia.
* anduzada
* efó
* moqueca de peixe
* maniçoba
* xinxim de galinha
* sarapatel
* caruru
* vatapá
* escaldado de caranguejo
* caldo de sururu
* caldo de gorongondé
* mariscos em geral

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Metodologia da criatividade na cozinha

Estava procurando mais algumas dicas sobre como evitar cheiros na geladeira e achei ótimo a postagem do Rainha do Lar. Segue uma copia para ficar por aqui:


Processos criativos na cozinha

Eu não sou uma cozinheira muito metódica no meu dia-a-dia. Só planejo cardápios para festas. Também são raras as vezes em que busco uma receita para seguir na íntegra. Os pratos vão sendo criados a partir do acaso, de desejos que espetam, da necessidade de reaproveitamento ou de praticidade, enfim, a maioria das receitas que publico aqui obedecem a este tipo de processo criativo, e se tivesse que listá-los eles seriam:

1. O processo do desejo: uma vontade louca de comer camarão, por exemplo, mas um camarão sem sobrenomes do tipo "ao alho e óleo", "moqueca", "bobó". Apenas camarões. Daí eu vou puxando, sim mas como é esse camarão? Ele tem molho? Tem, de tomates frescos. Daí eu parto para a rua exclusivamente para comprar os meus camarões, no melhor fornecedor possível, que é o pescador lindo de olhos azuis, porém rudíssimo, que vende camarões médios fresquinhos a 16 o quilo (podendo cair para 14) numa ruela do Dois de Julho, onde compro também belos tomates. O resto dos ingredientes, se houver, eu vou encontrar por ali mesmo.

2. O processo da praticidade: Gostaria de comer em casa, mas o tempo é curto. Prato único, massa! Mas tem que ser uma massa leve, pois tenho uma tarde enorme de trabalho pela frente. Legumes! Vejamos os que tem na geladeira... e será este o processo criativo.

3. O processo do reaproveitamento: Não existe a menor necessidade de partir para aquele frango no congelador com estas sobrinhas de arroz, carne e legumes. O almoço de hoje será feito com estas sobras. Teremos maravilhosos bolinhos de arroz com carne, e uma boa salada com estas folhas que não devem passar de hoje e uma chapa de legumes, que também já estão na sua hora. Assim, eu zero a geladeira, não corro o risco de perder nada, e aí sim, posso partir para o franguinho amanhã.

4. O processo da encomenda: "Mãe, faz batata frita?" Faço meu filho, mas deixa eu ver aqui na geladeira o que vai bem com a tua batata frita...hum... talvez aquele peitinho de frango desfiado, que fica bem com um colorido de milho e ervilhas... e depois Bento adora bolinhas coloridas... e assim rola o processo da encomenda, que pode partir também do desejo de amigos.

5. O processo da dificuldade: É o exercício máximo da criatividade, quando a geladeira e a despensa estão praticamente vazias e eu preciso dali espremer um almoço, com os dois últimos ovos, as últimas folhinhas de ervas, 1/2 tomate, 1/4 de cebola... é quando uso aquele cogumelo seco que eu comprei e até hj não usei, ou aquela lata de milho que sobrou de uma festa, que estavam escondidinhos no armário. Hora de bisbilhotar seriamente todos os compartimentos. Este processo geralmente surpreeende pelos resultados inusitados quase sempre deliciosos.

6. O processo da inspiração: Folheio um livro ou assisto a um programa de culinária, pego uma ótima idéia, mas acho que ficaria melhor se ao invés de frito fosse assado, ou se ao invés daquele queijo amarelo, a sua versão com bufála ficasse fabulosa, a meu ver, e mal posso esperar até o dia seguinte. O processo da inspiração pode acontecer também, e isso é muito frequente, a partir de algo que eu comi em algum lugar, enlouqueci e preciso reproduzir a minha leitura em casa.

7. O processo experimental: Resulta da curiosidade de misturar ingredientes, e experimentar produtos novos. Passo na Perini e descubro um novo produto, tipo uma cauda de jacaré, um molho pronto diferente, uma massa exótica, um cogumelo alienígena, começo a ter idéias de combinações com outros ingredientes que eu tenho, e vou para casa em cólicas!

Bom, acho que estes são os meus principais processos criativos. E quanto aos da comadre?
fonte: www.rainhasdolar.com

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Iguarias Brasileiras

Estes dias na reuniao dos Umbigueiros, um grupo voltado a preparar pratos da culinaria regional do Brasil, que reune-se semanalmente no Cimples Ocio, teve momentos acalorados na discussão entre dois dos participantes, Marcus e Nereira, esta apresentando-se para preparar alcachofras, questionada de forma veemente que não seria um prato tradicional de nossa culinária. Clima quente que teve ate posteriores fundamentações das partes.
A alcachofra tem mais de seculo no Brasil e pode não ser considerado um prato regional, portanto ambos devem ter suas razões.
Bom isto tudo para mostrar alguns pratos mais conhecidos mostrados em Nova Iorque em 2006. Materia do ministerio do Turismo. Umas das cozinheiras, Dadá, conheci e bati bons papos em Salvador alguns anos atras. Segue o texto:

Gastronomia brasileira atrai 4 mil pessoas na ONU
02-06-2006 15:06:08 Da Redação: Fonte - Ministério do Turismo

O Brasil encerra hoje, dia 2, sua participação no festival gastronômico da ONU (Organização das Nações Unidas) tendo atraído cerca de quatro mil pessoas.
O “International Food Festival - United Nations Delegates Dining Room”, dedicado às iguarias brasileiras, foi promovido na sede do órgão, em Nova York (Estados Unidos), desde o dia 22 de maio. A ação foi uma iniciativa do Ministério do Turismo, por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) e de seu programa de Relações Públicas no exterior, em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
Com uma média de visitação diária de 400 pessoas, o festival recebeu o corpo diplomático, funcionários da ONU e público em geral.
A partir do cardápio elaborado por quatro chefs brasileiros, tiveram a oportunidade de experimentar o que existe de melhor na culinária brasileira. “É muito oportuno o fato de a ONU congregar uma comunidade de formadores de opinião em todo o mundo”, destacou Artur Araújo, diretor de Marketing da Embratur.
A oportunidade foi identificada pelo EBT (Escritório Brasileiro de Turismo) nos Estados Unidos, que iniciou as negociações. "Aproveitamos uma chance de aumentar o nível de conhecimento e de desejo do Brasil naquele país, criando uma imagem que vai além de Sol e Praia", acrescenta Araújo. A ação foi orientada pelo Plano Aquarela - Marketing Turístico Internacional do Brasil, estudo que dá as bases para a promoção do País no exterior nos próximos anos.
Entre 22 e 26 de maio, a cozinha da ONU esteve dividida entre Alice Mesquita de Castro, do restaurante Alice, de Brasília (DF) e o chef Fábio Sicilia, do Dom Giuseppe, de Belém (PA).
Do dia 30 de maio em diante, os cozinheiros profissionais Ivo Faria, do Vecchio Sogno, de Belo Horizonte (MG), e Dadá, do Tempero da Dadá, de Salvador (BA), comandaram a cozinha.
Todos os chefs tiveram de elaborar um menu variado para as cerca de 400 pessoas - entre jornalistas e autoridades de todo o mundo. Para cada almoço, sugeriram seis pratos frios, dois aperitivos, uma sopa, uma massa, um peixe, um frango, uma carne vermelha, um carving station (carne para servir fatiada) e sobremesas.
Entre os pratos já servidos e de maior sucesso na primeira semana do festival estiveram a sopa de mandioca com queijo, a feijoada, farofa de ovos, frango com catupiry, peixe com molho de acerola, doces de compotas, goiabada, brigadeiro e pudim de leite condensado.
Além dos almoços, os chefs participaram do Chef´s Table no dia 25 de maio e de um cocktail no dia 23 de maio. O Chef´s Table teve presença de imprensa local e correspondentes internacionais.
O menu degustação contou com os seguintes pratos: acarajé com vatapá de bacalhau e camarão (entrada preparada pela baiana Dadá dos Santos), Frango com quiabo e couve frita (segundo prato elaborado pelo chef mineiro Ivo Faria), Medalhão de filé mignon com molho agridoce de maracujá e manga, acompanhado de arroz com pimenta rosa (terceiro prato preparado por Alice Mesquita de Brasília) e bolo de cacau com recheio de cupuaçu coberto com castanha do Pará e sorvete de creme (sobremesa elaborada pelo chef paraense Fábio Sicília).