quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cerveja - polemicas, gostos e dominio de mercado

Terminando este capitulo das postagens sobre cerveja, entrem no blog abaixo e vão conhecer varias boas cervejas e sobre mercado leiam o texto logo depois. (Agora so me falta a grana para o consumo das super premium):
http://latinhasdobob2.zip.net/

Cervejas caipiras ganham espaço e consumidores fiéis no Brasil
Data: 20/03/2009


Fonte: http://www.industriadebebidas.com.br/noticia_02.php
O consumo de cervejas artesanais no Brasil cresce a cada dia.
A qualidade da produção nas microcervejarias é de deixar qualquer um boquiaberto. Consumidores que apreciam cervejas de qualidade têm hoje no país, uma gama de opções de artesanais.
Alexandre Bazzo, cervejeiro e proprietário da Cervejaria Bamberg de Votorantim, SP, ressalta que "as microcervejarias artesanais trazem a cultura cervejeira e oferecem produtos com maior sabor e aromas porque utilizam matéria prima de maior qualidade. "Bazzo viaja frequentemente à Europa em busca de ingredientes e métodos de fabricação de cervejas artesanais.
É especialista em estilos de cervejas e categórico ao se mostrar contra a imagem passada pela publicidade das grandes marcas de cerveja do país. Para ele, deve haver distinção entre o consumo de cerveja e a farra divulgada.
Estilos diferentes como a Altbier são as meninas dos olhos do cervejeiro.
Hoje ele é o único no Brasil a produzir este estilo de cerveja, cujas características vão contra tudo o que é incentivado hoje. É uma cerveja vermelha, amarga e com alto teor de lúpulo, ou seja, a antítese do que prega atualmente o mercado dominado pelas grandes cervejarias que investem em bebidas leves e com muito gás.
As cervejas artesanais raramente se utilizam de milho ou arroz em sua composição (que são cereais que não agregam sabor, apenas reduzem os custos), ingredientes usados no processo de fabricação das macrocervejarias.
Para Bazzo, "o brasileiro está aprendendo a beber cervejas artesanais de ótima qualidade e consequentemente passa também a se interessar pelos métodos de fabricação dessas cervejas. "Exemplo de sucesso no setor, a Bamberg foi eleita este ano a melhor pilsen artesanal do Brasil, em degustação promovida pelo caderno Paladar do Estado de São Paulo.
A microcervejaria tem apenas dois anos e produz vários estilos de cervejas, dentre elas a Munchen, Bock, Weizen, Pilsen e a Alt, única cervejaria do Brasil que produz este tipo de cerveja. "Produzir cervejas de alta qualidade com sabor e aroma é hoje realidade nas microcervejarias do Brasil. A pesquisa, dedicação e utilização de matérias primas de qualidade na produção são itens fundamentais nesse processo, presentes na maioria das microcervejarias do país", finaliza Bazzo

Cerveja - marcas e fotos de 116 paises + delirium tremens

Esta achei no blog combustão, buscando algumas curiosidades sobre a cerveja nossa de cada dia. E na busca sobre cervejas belgas, achei uma que tomei uns tempos atras e aproveitando o ensejo da postagem anterior sobre nossas pilsens fraquinhas roubei o texto.
Vejam foto neste blog das cervejas mais populares:
http://www.combustao.org/2008/11/cerveja-pelo-mundo-116-marcas-e-paises/

Texto sobre a cerveja que ja provei:

O que vem à sua cachola quando ouve o termo "DELIRIUM TREMENS"?

Seja o que for, com certeza tem a ver com essa deliciosa cerveja belga.
Ah sim, porque "DELIRIUM TREMENS" é uma "Strong Ale" macia, encorpada, e com uma graduação alcoólica de delirantes 8,5% !Os belgas tem uma relação de amor com suas cervejas que arranca lágrimas dos olhos.
São tantas as variedades - em sua grande maioria, artesanais - que lembra um paraíso onde se quer passar o resto da eternidade...E são sacanas também.
Não é nada incomum encontrar biers de nomes engraçados, provocantes e até blasfemos.
No caso da DELIRIUM, a bagunça começa pelo rótulo, cheio de conhecidos que sempre aparecem em algum estágio da bebedeira. O principal: um elefante rosa. O visual só fica sério quando você nota a garrafa pintada para parecer cerâmica de Köhln (do tipo usado para envasar algumas das mais deliciosas birras do planeta).
O "cervejeiro de churrascos de fim de semana regados a pagode e antarctica (argh!)" vai achar esse néctar um tanto forte. Já o apreciador vai notar que a alta graduação alcoólica é suavemente quebrada por um fundo frutado, mistura de 3 tipos de cevada, bem típico das Ale Belgas.
Embora produzida por uma cervejaria centenária (Huyghe), só foi introduzida no mercado em 1989.
O sucesso é tanto pelo sabor delicioso quanto pela apresentação prosaica, que faz os turistas levarem caixas e mais caixas para os amigos bebuns...Se você ainda não teve a experiência Delirium Tremens, eu desejo que não demore pra isso acontecer.
Mas que seja a cerveja, não o surto...Nota para a belga doidona: 10 com louvores (11, se bebida em plena Grote Markt, a praça mais linda da Terra...)
fonte: conservadonorock.blogspot.com/2009/05/uma-belga-doidona.html

Cerveja - historia


Faz tempo que procurava algo da historia da cerveja. Roubei do site da Ambev.
Hoje aos cinquenta anos estou meio enjoado destas pilsens comuns empurradas gargalo abaixo (de preferencia 600ml) pelas industrias endinheiradas do Brasil. Vale pelo texto.


História da Cerveja
Muitos dos hábitos e das possibilidades que hoje cercam a cerveja brasileira são resultado de uma longa e lenta evolução. Muita coisa mudou – inclusive a própria bebida – desde que os primeiros barris desembarcaram no Rio de Janeiro, nos porões dos navios que trouxeram a Família Real portuguesa para o exílio no Brasil, em 1808.
Sabe-se que o próprio príncipe regente Dom João, notório apreciador da cerveja, foi um dos principais responsáveis por sua difusão. É verdade que a cerveja consumida por Sua Alteza não era exatamente o líquido dourado, brilhante e leve que os brasileiros aprenderiam a saborear. Em vez das loiras geladas, o príncipe apreciava as marcas mais morenas e encorpadas, típicas da Inglaterra. Uma questão de preferência motivada, talvez, pelo desconhecimento de outras possibilidades.

Até chegar ao atual estágio, a cerveja – uma das bebidas mais antigas do mundo – percorreu um longo caminho. Muita gente ainda acredita que o líquido tenha se originado na região da atual Alemanha, de onde teria se espalhado para o restante da Europa durante a Idade Média. A história não é bem essa. Pode-se dizer, sem exagero, que a evolução da bebida confunde-se com a própria história da civilização.
Segundo alguns pesquisadores, mesmo antes de surgirem as primeiras aldeias na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates, onde é hoje o Iraque, por volta do ano 3500 a.C., nossos ancestrais já consumiam um líquido alcoólico resultante da fermentação de cereais imersos em água. O que se sabe, com certeza, é que a humanidade aprendeu a fazer cerveja tão logo descobriu uma forma de armazená-la e antes mesmo de dominar a arte de fazer o pão.
Os sumérios e os babilônios foram os primeiros a legar para as gerações posteriores um registro de como se fabricava a bebida. Um monumento conhecido como Pedra Azul, que se encontra hoje exposto no Museu do Louvre, em Paris, datado dos primórdios da civilização suméria, contém inscrições sobre como se produzia a cerveja. Conforme registros que datam de cinco milênios atrás, esses povos dominavam os processos produtivos de mais ou menos 20 tipos de cervejas diferentes. O principal deles dava origem a uma bebida conhecida como Sikaru, utilizada para honrar os deuses e para alimentar os doentes.

O certo é que a cerveja logo se popularizou entre os povos antigos e não tardou a ultrapassar os limites da Mesopotâmia. Dali, o líquido precioso chegou ao Egito, onde passou a ser produzido em larga escala. Arqueólogos que conduziram escavações nas tumbas dos faraós, em meados do século XIX, encontraram entre os objetos de ouro e dos outros tesouros sepultados ao lado os soberanos, cestos e mais cestos abarrotados com os cereais utilizados na produção da cerveja. Um papiro, escrito há mais de mil anos da era cristã, tratava do processo de produção de uma bebida forte, chamada Dizythum, e de uma outra mais fraca, batizada de Busa. Em 1990, descobriu-se nas escavações do Templo do Sol, da rainha Nefertiti, uma enorme cozinha onde se produzia a cerveja à base de cevada, que ainda hoje é o principal malte utilizado na fabricação das cervejas.
Tudo isso dá uma idéia do prestígio que a bebida tinha entre um dos povos mais evoluídos da Antiguidade.
E mais: há registros de que a cerveja era distribuída aos trabalhadores que ergueram as pirâmides – com o objetivo de relaxá-los. Ou seja, desde os tempos mais remotos, o hábito de tomar uma cervejinha depois do batente já era considerado saudável. Tudo isso comprova que os egípcios, de fato, eram mais sábios do que se imagina.
Inspiração divina
De uma forma ou de outra, as bebidas alcoólicas produzidas a partir da fermentação de cereais e outras plantas eram conhecidas em diversas partes do mundo. Em algumas regiões da África, produziam-se bebidas a partir de gramíneas nativas como o sorgo e o milheto. Os chineses dominavam um processo de fabricação mais avançado do que o egípcio e produziam uma cerveja à base do arroz.
A civilização asteca, que floresceu onde hoje é o México, e os próprios índios que viviam nas matas que viriam a se tornar o Brasil tinham suas bebidas fermentadas.
O líquido criado pelos habitantes primitivos da nossa Pindorama era obtido a partir da fermentação da mandioca. Mas o certo mesmo é que o processo do qual se originou a cerveja que hoje conhecemos foi aquele desenvolvido no Egito e que chegou à Europa no alvorecer da Era Cristã, levado pelos conquistadores romanos, que se encarregaram de espalhá-lo pelo seu vasto império.
No século I d.C., a cerveja já era produzida pelos antepassados dos alemães e dos franceses. E logo alcançou outras regiões do continente.

A Idade Média, vista por muita gente apenas como um período de trevas, também teve seus momentos iluminados. Foi naquela época, mais precisamente entre os anos 700 e 800, que a cerveja passou a ser produzida nos mosteiros e deu os primeiros passos para tornar-se esta bebida nobre, de sabor ligeiramente amargo. Foram os monges da era medieval os responsáveis pela adição do lúpulo à fórmula da cerveja – o que, sem dúvida alguma, deve ser visto como um sinal de inspiração divina. Hoje, as dezenas de variedades dessa planta estão presentes na grande maioria das cervejas conhecidas no mundo. A intervenção dos monges representou um passo importante não só no aperfeiçoamento do sabor, mas também na conservação da bebida.

Explica-se:
As cervejas mais antigas, preparadas segundo um processo extremamente rudimentar, tinham um ciclo de vida muito curto. Adicionava-se água ao malte e, depois, alguns aromatizantes que podiam ser a camomila, o coentro, a canela, o gengibre, o zimbro, o açafrão e até mesmo o pêssego. Essa mistura era posta para fermentar – e nesse processo se formava o álcool e o gás carbônico característicos da bebida. Os monges descobriram que o lúpulo não apenas empresta à cerveja o sabor amargo que a caracteriza nos dia de hoje como, também, impede que se deteriore num período muito curto de tempo. Ou seja, além de sofisticar o gosto, esse ingrediente comprovou-se um conservante natural e de ótima qualidade.
Graças à adição do lúpulo à sua receita, a bebida se disseminou pela Europa, vindo a adquirir, com o tempo, as características regionais que deram fama às cervejas de diversas partes do mundo. A Inglaterra, a Irlanda, a Holanda e a Bélgica são berços de algumas cervejas de excelente qualidade e de ótima reputação.

Nem todas, no entanto, são feitas da mesma maneira.
Assim como os antigos egípcios tinham a Dizythum, uma bebida mais forte, e a Busa, mais suave, as cervejas modernas também se dividem, basicamente, em duas grandes famílias. De um lado estão as do tipo Ale, como são conhecidas as cervejas de alta fermentação. Do outro, as Lager, de baixa fermentação. É desse segundo ramo genealógico que se origina o tipo de cerveja mais apreciado no Brasil.
Bebida shakespeariana
Em sua obra, Willian Shakespeare faz 14 menções à palavra “Ale” e cita cinco vezes a palavra “beer.” Isso nos leva a duas conclusões: uma é que no tempo de Shakespeare – ele viveu de 1564 a 1616 – a cerveja já era uma bebida muito popular; a outra é que além de gênio, o dramaturgo era um homem de bom gosto.

fonte: http://ambev.com.br/soc_01.htm

segunda-feira, 27 de abril de 2009

viagem gastronômica através do brasil - indicação de livro

Em pleno domingo fiz algumas buscas ou viagens virtuais a procura de novos pratos para a reunião do "umbigos recostados na mesa" às terças no Cimples Ócio, encontrei este blog e surrupiei o texto. Já tinha lido algumas coisas sobre o livro. É salgado (rsrsr) custa R$ 95, mas que vai adocicar e agregar valores historicos e comensais.

indicação de livro: viagem gastronômica através do brasil
(texto de Kátia Najara (Katita - http://www.rainhasdolar.com/)
de Caloca Fernandes (é macho!) É uma prova incontestável de que a gastronomia é dado cultural da maior importância. a generosidade da natureza para conosco, propiciando infindáveis recursos, e a inventividade do nosso povo, desde a chegada de cabral, resultaram na criação de pratos de inigualável sabor advindos de todos os cantos do país.
O livro é organizado por regiões (a cara do nosso blog). cada qual apresenta os seus quitutes mais característicos, lindamente ilustrados por fotografias enormes que parecem que vão saltar do livro, de tão vivas que são, de nossas feiras, insumos, peixes, frutas e cultura gastronômica popular.
A alimentação indígena, somada à contribuição portuguesa, à africana, um pouco da história dos nossos insumos mais característicos, como o milho, a mandioca, o feijão, o arroz, a carne-seca, o acúcar e o café, introduzem a viagem que começa pelo norte, com pato no tucupi, maniçoba, musse e brigadeiro de açaí, tacacá, beiju, pudim de tapioca, torta de cupuaçu, e tantas outras delícias à mesa.
Chegando ao nordeste, a dieta inclui as peixadas e o arroz de cuxá do maranhão, o atolado de caranguejo e a queijadinha do ceará, o bolo de rolo, a paçoca de carne, o arroz de leite e a galinha de cabidela pernambucana, até os beiços lambuzados de dendê pelo acarajé, efó, moquecas, bobó, vatapá, caruru, arroz-de-hauçá, carne-de-sol com pirão de leite, cuzcuz, mingaus, bolos de carimã e quindins de iaiá de sobremesa, aqui da bahia.
O centro-oeste nos ensina a fazer escabeche de pacu, caldo de piranhas, linguiça de maracaju, arroz com guariroba, pamonhas, arroz de pequi e arroz de puta rica, que já vale a pena só pelo nome.
O sudeste tem a contribuição do clássico tutu de feijão, angu e broinhas de milho de minas; a autêntica feijoada, o bolinho de bacalhau, o camarão com chuchu e a caipirinha cariocas;
De São paulo, o cuzcuz paulista, o filé do moraes, as rãs à inezita barroso, os pastéis de palmito, farnel, bolo do quibebe, e goiabada cascão de sobremesa.
O sul fecha o cardápio com barreado, tainha na telha, arroz de carreteiro, galeto al primo canto, vinho quente e ambrosia.
Esse livro é emocionante e fica muito bem largadão em algum lugar da casa de tão lindo que ele é. Penso tratar-se de leitura obrigatória para todos nós que gostamos de comida e história do brasil.
Senac - São Paulo. capa dura, 30cm X 23cm. 95 pilas.
fonte:http://www.rainhasdolar.com/

segunda-feira, 9 de março de 2009

Porco no tacho - Londrina

So não consegui a receita mas a materia da postagem anterior era com o pessoal deste restaurante :
http://www.porconotacho.com.br/index.html
Segue um trecho da apresentação do site:
Nascida e criada no Heimtal, Nilda conta que tudo começou quando a família servia o porco no tacho apenas para jogadores de futebol, que disputavam partidas no campinho ao lado. A fama do prato se popularizou e culminou na abertura do Porco no Tacho, que foi aumentando sua freguesia gradativamente. O prato que dá nome ao restaurante é o grande atrativo. Seu preparo, segundo dona Nilda, começa com o tempero do porco cinco dias antes, que depois é cortado e frito no tacho bem quente, no fogão a lenha.
pesquisa e seleção de materia: Anildo Guedes

Leitoa no tacho - receitas do interior do PR


Ainda não é a receita que procuro. A ideal vi no na TV Sinal - canal 15 Curitiba, midia da Assembleia Legislativa do PR. Quando vi a materia fiquei impressionado, mesmo vendo somente o finalzinho. Uma delicia pelo jeito, feita com a propria gordura do porco. Estou doido para fazer. Segue a da Secretarida Cultura do PR.

LEITOA NO TACHO
Origem: São muitas as histórias da origem da Leitoa no Tacho, que hoje é tão famosa e apreciada. Todos que experimentam este prato gostam e comentam. Os cozinheiros do município são convidados para preparar a Leitoa no Tacho em todo o Estado do Paraná, por isso ficou sendo muito conhecida e os lobatenses, naturalmente, adotaram como prato típico da cidade (Lei Municipal 695/97). A Festa da Leitoa no Tacho é sempre realizada no dia do aniversário de emancipação política do município.
Abrangência: Lobato e região. Variações deste prato aparecem em outros municípios do Paraná, como Ourizona na região norte do Estado, com o nome de Porco no Tacho.
Ingredientes
Carne de leitoa congelada
óleo de soja
sal
alho
pimenta-do-reino
cheiro-verde a gosto
mandioca
limão ou laranja
farinha de mandioca
Modo de preparar
Corte a carne de leitoa congelada em pedaços pequenos e tempere. Em seguida, fervente, escorra e frite. Reserve a água da fervura da carne para cozinhar a mandioca, acompanhamento natural da leitoa no tacho (sucesso tão grande que muitos exageram, dizendo não saber o que é melhor: se o prato principal ou a mandioca). Para o preparo tanto da carne quanto da mandioca é utilizado um tacho e um fogareiro de alta pressão (daqueles usados para marcar gado).
Acompanhamentos
Sirva a leitoa acompanhada da mandioca. Também são servidos alface, limão ou laranja e farinha de mandioca.
fonte:
Desenvolvido pela CELEPAR
Secretaria de Estado da Cultura - Paraná da Gente Rua Ébano Pereira, 240 - Centro - Curitiba - Paraná - Brasil 80410-903 - Telefone: 41 3321-4700
- Fax: 41 3321-4708

pesquisa e seleção de receita Anildo Guedes
foto: site da cidade de Cambara - http://www.cambara.pr.gov.br/

domingo, 8 de março de 2009

Selar a carne

Nunca soube fazer isto direito. Na minha passadinha semanal pelo site rainhas do lar, achei uma foto boa e um texto facinho de entender:

'Selar' a carne é um dos processos mais importantes para garantir a maciez e suculência (umidade) da carne quando o método de preparo for por calor seco (carnes grelhadas, assadas ou fritas em pouco óleo). Selar significa dourar a superfície da carne rapidamente em uma superfície bem aquecida (panela, grelha ou forno) para 'selar' (fechar, encerrar) a superfície, evitando a perda dos sucos naturais da carne e reduzindo o ressecamento.
Portanto, espere até que se forme uma 'casquinha' torrada em um lado da carne para então virá-la do outro lado.
Fonte: SIC - Serviço de Informação da Carne. Depois que eu aprendi isso, nunca mais fiz de outro jeito.
copiado do site www.rainhasdolar.com (Faby)
seleçao texto e scanner: Anildo Guedes